O Diabo de Mário de Andrade: avanços e riscos para a memória LGBT a partir do debate sobre a sexualidade de Mário de Andrade

Ao refletir sobre os dois retratos que dele foram feitos, Mário de Andrade conclui: ao passo que Portinari teria captado apenas “a parte do Anjo”, Lasar Segall projetara “o que havia de perverso em mim”, ou seja, “a parte do Diabo”. E quando comparadas as pinturas, percebe‑se a que Diabo delicado, sinuoso, sensual, divertido e triste ele estava se referindo. Nesse contraponto e nas alegorias que usou para se explicar, percebemos tensão dicotômica, medo e sofrimento que perseguiram Mário ao longo de sua vida – e o perseguem até hoje.

Chamada para Publicação: As Memórias LGBT em tempos de COVID-19

O tema proposto, visa refletir sobre a preservação dos vestígios, histórias e indicadores de memória de Lésbicas, Travestis, Transexuais, Intersexuais, Bissexuais, Gays e Queers durante a pandêmia Covid-19.Também poderá ser abordado relatos pessoais de ações, atividades e reflexões.