Memórias e Patrimônios LGBT

A Revista Ventilando Acervos lançou sua nova edição com o tema Memórias e Patrimônios LGBT! A presente edição é a materialização das memórias do IV Seminário de Política de Acervos – Memórias e Patrimônios LGBT. O evento foi realizado pelo Museu Victor Meirelles, de 4 a 6 de novembro de 2019, em Florianópolis. Leia aContinuar lendo “Memórias e Patrimônios LGBT”

Ser Gay na Favela

Existem ainda aqueles invisibilizados, marginalizados
e ao longo do tempo banalizados, como Madame Satã e todos aqueles gays residentes em periferias em âmbito urbano e/ou rural.

Das luzes do Lampião da esquina – Nossas memórias e histórias

Em fins de 1977, um grupo de jornalistas, intelectuais e artistas se reúne na casa do pintor Darcy Penteado em São Paulo. O ponto embrionário desse encontro teria sido a entrevista que João Antônio
Mascarenhas, na época colunista do Pasquim, havia feito com Winston Leyland, editor do Gay Sunshine, publicação americana dirigida a homossexuais.

NOTAS SOBRE O USO DE TECNOLOGIAS LIVRES COMO ESTRATÉGIA DE PRESERVAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO DE ACERVOS LGBTI+

O Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott – CEDOC, é o primeiro acervo sobre pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneras, transexuais, intersexo e outras identidades de gênero e/ou orientação sexual (LGBTI+) do Brasil, foi inaugurado em 2007 e batizado com o nome do decano do movimento, o antropólogo baiano Luiz Mott.

Coligay, torcida formada por homossexuais, tem história contada em livro

A Coligay foi uma torcida organizada do Grêmio formada por homossexuais. Mais precisamente, por frequentadores da boate gay Coliseu, de Porto Alegre. Foi a primeira torcida desse tipo que
realmente vingou. Dois anos depois, Clóvis Bornay, que ironicamente era vascaíno, fundou a Flagay, que não chegou a vingar. A Coligay existiu de 1977 a 1983, em plena ditadura militar.

Entrevista Madame Satã

De família pobre, o pernambucano João Francisco dos Santos (1900-1976), o Madame Satã, fixou residência na Lapa, bairro boêmio e maldito do Rio de Janeiro. Em 1971, quando já figura
célebre no cenário nacional, cedeu uma entrevista ao Pasquim, gerando um importante documento para a história e memória LGBT no Brasil. Faleceu em 12 de abril de 1976.

Chamada para Publicação: As Memórias LGBT em tempos de COVID-19

O tema proposto, visa refletir sobre a preservação dos vestígios, histórias e indicadores de memória de Lésbicas, Travestis, Transexuais, Intersexuais, Bissexuais, Gays e Queers durante a pandêmia Covid-19.Também poderá ser abordado relatos pessoais de ações, atividades e reflexões.